Validação em carteira real de crédito rural
- 414 contratos
- 1.023 glebas
- 160 cidades no PR, SC e RS
Carteira de uma cooperativa de crédito do Sul do Brasil.
Soluções para cooperativas de crédito
Dados verificáveis de risco socioambiental e climático por CPF, CNPJ, gleba e contrato, com evidência para a PRSAC, o novo GRSAC e a CMN 5.268.
Um especialista da ESGreen responde em até um dia útil para combinar o horário.
Dados de set/2026. Fonte: base ESGreen.
A regulação cobra da cooperativa uma visão de risco que vai além do próprio balanço e alcança toda a cadeia de contrapartes: associados, fornecedores e as glebas financiadas.
Quais operações da carteira podem gerar perda nos próximos 90 dias?
Mudanças relevantes chegam tarde à avaliação.
Riscos jurídicos, fiscais, socioambientais e reputacionais podem ficar fora do radar.
Informações dispersas exigem trabalho manual.
O problema não é apenas o clima mudar. É a perda chegar à carteira sem aviso.
Entre uma consulta e outra, surgem pontos cegos.
Seis rotinas que a infraestrutura ESGreen sustenta no dia a dia da cooperativa.
O analista vê o risco climático por gleba e por contrato antes da concessão e pode ajustar limite, garantia ou cobertura.
Módulo: IRC-ESGreen
CAR, embargos ambientais, cadastro de empregadores do MTE e supressão de vegetação após 31/07/2019 (PRODES/INPE), por CPF, CNPJ e imóvel, com fonte e data de cada verificação.
Módulo: Pré-análise ESGreen e Dados & API
Acompanhamento contínuo por CNPJ e CPF, com alertas organizados por tipo e por empresa e o Score ESGreen recalculado a cada fato novo.
Módulo: Monitoramento ESGreen
Concentração climática por estado e cultura e três cenários de exposição em reais (favorável, base e severo) para discutir limite, cobertura e provisão.
Módulo: IRC-ESGreen
Da política à evidência: a PRSAC aplicada a clientes, fornecedores e operações, com histórico de ocorrências e protocolos registrados com a contraparte.
Módulo: Monitoramento ESGreen
Contato preventivo, orientação e acompanhamento das operações mais expostas, com espaço para seguro, assistência técnica, renegociação preventiva e linhas de crédito sustentável.
Módulo: IRC-ESGreen
Associados, fornecedores e glebas acompanhados continuamente. O IRC-ESGreen (Índice de Risco Climático) roda com dados climáticos atualizados diariamente.
Laudo por operação, painéis operacional e executivo e reporte regulatório, no formato que comitê, auditoria e regulador leem.
Cada dado com fonte, data e versão. Rodadas do IRC datadas, metodologia versionada e protocolos registrados com a contraparte.
Uma ação sugerida por operação: monitorar, exigir seguro, revisar limite, reforçar garantia, provisionar ou bloquear. A decisão continua com a cooperativa.
É a diferença entre dizer que se faz e conseguir demonstrar que se faz.
Uma plataforma em três camadas: dados, inteligência e aplicações. Cada resultado pode ser rastreado até a sua fonte.
Índice de Risco Climático por gleba, contrato, associado e carteira, de 0 a 100 (quanto maior, maior o risco), com exposição em reais e ação sugerida.
Risco ESG por CNPJ e CPF, de 0 a 1.000 (quanto maior, menor o risco), em 12 camadas, recalculado a cada fato novo.
Associados PJ, fornecedores e parceiros acompanhados continuamente, com alertas e gestão de ocorrências.
Relatório individual por CNPJ ou CPF para cadastro de associados, homologação de fornecedores e análise de crédito.
Maturidade ESG de fornecedores com 400+ critérios por porte e CNAE e validação documental com apoio de IA.
70+ fontes e um modelo de dados por CPF, CNPJ, gleba, contrato e carteira, com consulta do IRC no fluxo de originação.
As normas que mais pesam sobre cooperativas de crédito em 2026 e 2027. Quem cumpre a norma é a cooperativa; a ESGreen fornece dados, evidência e trilha.
| Norma | Prazo e status | O que exige | Como a ESGreen apoia |
|---|---|---|---|
| Res. CMN 4.945/2021 (PRSAC) | Em vigor desde 01/07/2022 | Política de responsabilidade social, ambiental e climática aprovada e aplicada por todas as instituições do SFN, cooperativas incluídas. |
Da política à evidência: o monitoramento de associados, fornecedores e operações mostra como a PRSAC é aplicada, com histórico e protocolos. |
| Res. CMN 5.268/2025 (crédito rural, MCR seção 9) | Checagem PRODES/INPE desde abr/2026 para imóveis acima de 4 módulos fiscais e a partir de jan/2027 para os demais. Monitoramento remoto de contratos acima de 300 ha desde 01/03/2026 | Verificação de supressão de vegetação após 31/07/2019 e monitoramento por sensoriamento remoto antes e durante o contrato, “documentado, auditável e avaliável pelo Banco Central”. |
Checagens por CPF, CNPJ e imóvel, risco climático por gleba e registro de fonte, data e versão de cada verificação. |
| Res. BCB 586/2026 + IN BCB 772/2026 (novo GRSAC) | Publicadas em 03/09/2026. Em vigor a partir de 01/01/2027. S1 e S2 divulgam em 2028 (data-base dez/2027); S3 a partir da data-base 31/12/2028 | Relatório GRSAC com tabelas quantitativas. A minuta da CP 127/2025 previa exposições por setor, crédito agro por bioma e exposição a seca e a chuva intensa por região. |
Classificação de contrapartes por CNAE, Score ESGreen por contraparte e IRC-ESGreen por gleba e região como insumos para as novas tabelas. |
| Res. CMN 4.943 e 4.944/2021 | Em vigor desde 2022 | Risco social, ambiental e climático na estrutura de gerenciamento de riscos (4.943 para S1 a S4; 4.944 para o regime simplificado do S5). |
Score ESGreen e IRC-ESGreen como insumos para apetite de risco, limites e testes de estresse. |
| Res. BCB 151/2021 (DRSAC) | Remessa semestral, em fevereiro e agosto | Avaliações de risco social, ambiental e climático de exposições e devedores enviadas ao Banco Central. |
Sinalizações de risco por contraparte, com fonte e data, prontas para compor o documento. |
| Taxonomia Sustentável Brasileira (Decreto 12.705/2025) e Sistema MRV | Adesão voluntária no início. Cooperativas de crédito previstas na Onda 2 (≈2028). Verificação obrigatória prevista para ≈2029 | Classificação de atividades por CNAE, indicadores de alinhamento e, depois, verificação por verificadores acreditados. |
Preparado para o Sistema MRV da TSB: classificação por CNAE e evidência por operação. |
| Res. CMN 5.185/2024 (IFRS S1/S2), quando aplicável | Exercício 2026 para instituições financeiras de capital aberto e líderes de conglomerado S1 e S2; 2028 para S3 | Relatório de sustentabilidade (CBPS 01/02) com asseguração razoável por auditor independente. |
Trilha de evidência pronta para asseguração razoável e insumos de risco físico para o IFRS S2. |
| Circular BCB 3.978/2020 (PLD/FT) | Em vigor | Procedimentos para conhecer clientes, funcionários, parceiros e prestadores de serviços terceirizados. |
Monitoramento contínuo de fornecedores e parceiros, com listas restritivas, sanções internacionais e notícias. |
≈ indica estimativa com base no caderno do Sistema MRV da TSB (T0 = 2025).
Conteúdo informativo; não constitui parecer jurídico. Atualizado em .
| Zoneamento oficial (ZARC) | IRC-ESGreen |
|---|---|
| Estático, por município e por safra. | Dinâmico, por gleba, recalculado a cada rodada. |
O cruzamento com uma análise dinâmica pode revelar exposições que o zoneamento agregado não evidencia por operação. A comparação requer base metodológica, amostra e evidência estatística do recorte analisado.
No capítulo 6, “Soluções Responsáveis”, do Relatório de Sustentabilidade Sicredi 2025, a ESGreen é citada como a plataforma utilizada para monitorar e avaliar o ESG de fornecedores.
“Hoje, contamos com uma plataforma customizável e ágil, que centraliza toda a análise da nossa cadeia de fornecimento, registra cada interação com fornecedores e gera um Score ESG comparável em minutos.”
Relatório de Sustentabilidade Sicredi 2025, cap. 6, p. 127 (GRI 2-6 | 3-3)
Ler o caso SicrediCarteira de uma cooperativa de crédito do Sul do Brasil.
Alerta emitido
12 diasGeada de −1,6 °C prevista para 14/07 em Caxias do Sul, identificada com 12 dias de antecedência.
94,3% da carteira analisada apresentou algum nível de exposição a eventos climáticos extremos nos dois anos anteriores. Piloto com mais de 1.000 áreas e propriedades na Região Sul.
Dados de set/2026.
Via API, painel, laudo ou alerta. A diretoria vê a carteira. O gestor vê o contrato. O regulador vê a evidência.
Níveis de navegação
Para centrais e sistemas, a plataforma pode operar com a identidade visual do sistema cooperativo (white label).
Segurança, privacidade e contratação de serviços de dados: Ver a página Confiança
A unidade de educação da ESGreen capacita lideranças e equipes para transformar o ESG em prática na cooperativa e na cadeia de valor.
Respostas curtas para as dúvidas mais comuns.
Ainda tem dúvidas? Fale com especialista
A seção 9 do MCR, atualizada pela CMN 5.268/2025, exige checagem de supressão de vegetação após 31/07/2019 pelo PRODES/INPE e, em contratos acima de 300 ha, monitoramento por sensoriamento remoto documentado e auditável. A ESGreen organiza essas verificações por CPF, CNPJ e imóvel e registra a fonte, a data e a versão de cada uma. A decisão de crédito e o cumprimento da norma continuam com a cooperativa.
Não. O ZARC é o zoneamento oficial, estático, por município e por safra. O IRC-ESGreen é dinâmico, calculado por gleba e recalculado a cada rodada. As duas leituras se complementam: o cruzamento pode revelar exposições que o zoneamento agregado não evidencia por operação.
Para o Monitoramento ESGreen, a lista de CNPJs e CPFs a acompanhar. Para o IRC-ESGreen, a carteira ou uma amostra de operações, com a localização das glebas e os dados da operação: modalidade, garantias, cobertura e histórico. O escopo exato é definido na implantação.
Sim. A proposta é dimensionada pela base monitorada (quantidade de CNPJs e CPFs), pelos usuários e perfis de acesso, pela vigência e pelas integrações. Isso permite começar por uma cooperativa, uma central ou um sistema.
O caderno do Sistema MRV da TSB prevê as cooperativas de crédito na Onda 2, com relato estimado para 2028 e verificação obrigatória estimada para 2029. A preparação passa por classificar operações por CNAE, manter evidência por operação e guardar histórico datado. A ESGreen fornece esses dados com fonte, data e versão.
Não. São avaliações baseadas em dados públicos, regulatórios e em modelos próprios. Não constituem rating de crédito, recomendação de investimento ou parecer jurídico e devem ser usados como insumo para decisões tomadas pela própria cooperativa.
Em uma conversa de 30 minutos, mostramos a infraestrutura aplicada à carteira rural, aos associados e às obrigações regulatórias da sua cooperativa.
Ou escreva para contato@esgreen.com.br
Um especialista da ESGreen responde em até um dia útil para combinar o horário.